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· DIREITOS SEM FRONTEIRAS ·

Oxfam Intermón DIREITOS SEM FRONTEIRAS

CONECTANDO MUNDOS 2016-2017
Migrações e deslocações

Deslocar-se pelo mundo é um direito de todas as pessoas e um fenómeno humano que existe desde o início dos tempos. A cada dia, desde sempre, milhares de pessoas decidem empreender uma viagem procurando conhecer o mundo, arranjar um bom trabalho, encontrar novas oportunidades… outras pessoas fazem-no para fugir de conflitos ou de causas que põem em sério risco a sua vida e a dos seus entes queridos.

Atualmente quase 60 milhões de pessoas em todo o mundo veem-se forçadas a viver longe dos seus lugares, um número recorde desde a II Guerra Mundial, segundo as Nações Unidas. Nos últimos anos, mais de 4 milhões de pessoas tiveram que fugir da Síria para escapar à guerra civil, tal como acontece noutros conflitos armados, ou em situações de violência e pobreza extrema nas quais também veem ameaçada a sobrevivência.

Perante este desafio, à comunidade internacional, no quadro dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, coloca-se o desafio de facilitar a migração e a mobilidade organizadas, seguras, regulares e responsáveis das pessoas, entre outras coisas mediante a aplicação de políticas migratórias planificadas e bem geridas.

Com a proposta Direitos Sem Fronteiras, pretendemos dotar os participantes de ferramentas para abordar as causas que estão por detrás da migração forçada, as condições que afetam as pessoas em mudança e exigir um compromisso maior com os direitos humanos e com a segurança das pessoas, o desenvolvimento sustentável e a prevenção de conflitos violentos de modo a garantir o direito de todas as pessoas a uma vida digna e em paz. Estes são os objetivos que planeamos para esta edição do Conectando Mundos:

Objetivos da edição

  1. Reconhecer os movimentos migratórios como um direito da humanidade.
  2. Analisar e entender os processos migratórios, identificando as causas que os impulsionam.
  3. Contribuir para valorizar a diversidade cultural como uma riqueza e tomar consciência dos preconceitos existentes que a desvalorizam.
  4. Compreender e analisar de forma critica a violação dos direitos que ocorrem em processos migratórios, promovendo as desigualdades e injustiças.
  5. Fomentar condutas transformadoras e desenvolver ações que nos permitam compreender o nosso poder como cidadãos e cidadãs, incidindo no contexto social e/ou político para contribuir para mudar políticas e atitudes que geram injustiças para com as pessoas migrantes.